Não-Me-Toque – O prefeito Armando Carlos Roos (PP) está às voltas com processos de assédio sexual. Duas servidoras alegam que eram ameaçadas de perda ou de rebaixamento de cargo caso não aceitassem suas investidas. No primeiro caso, em 2017, uma servidora de carreira procurou a polícia para denunciar que o prefeito a rebaixou de cargo por não aceitar um pedido sexual.
A segunda vítima (vídeo) é uma funcionária que trabalhava desde o ano passado na prefeitura em um cargo comissionado. De acordo com a denúncia, em troca da vaga o prefeito teria pedido favores sexuais. Ela gravou conversa com o suspeito em que ele sugere que a vítima o acompanhe até seu apartamento.
Defesa do prefeito
O prefeito diz que foi “surpreendido”, e que “está tomando as providencias cabíveis quanto à publicidade indevida dos documentos e vídeo pessoal”. Afirma ainda que “a suposta vítima utilizou-se de sua confiança para gravar o vídeo, e somente um ano depois vem a público divulga-lo, após a sua exoneração”. Por fim, pede desculpas à população pela situação ter se passado no gabinete.



