Funcionária e alunos relataram atos de violência e intimidação na passagem da caravana de Lula.
O Ministério da Educação (MEC) encaminhou pedido de explicações à reitora do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), Carla Comerlato Jardim sobre atos de violência e intimidação que teriam ocorrido no campus por apoiadores do ex-presidente. O pedido cumpre a lei que rege os institutos federais e pode gerar um procedimento interno de investigação, levando a uma eventual responsabilização administrativa dos envolvidos. O autor do pedido de investigação é o deputado Jerônimo Goergen (à direita na foto).
Segundo relato da assistente administrativa Cândida Maria Maciel dos Santos, seguranças particulares da comitiva petista entraram armados no ato político. A servidora do IFFar confirmou que alunos ficaram feridos na confusão e que armas foram apontadas para os estudantes.
A servidora ainda relata que a entrada do IFFar São Vicente do Sul passou a ser controlada pela militância do PT, com a distribuição de adesivos do partido. Quem não tinha identificação partidária, foi impedido de ingressar. “No momento em que o ex-presidente adentrou à escola, deixamos de ser uma instituição de ensino pública e passamos a ser um reduto do PT”, denunciou Cândida dos Santos.
Além do IFFar de São Vicente do Sul, outras universidades públicas foram utilizadas como palco político na conturbada passagem de Lula, diz o deputado.
(Apolos
Neto – assessor do deputado Jerônimo Goergen –
Progressistas/RS)



