
Eles estão sem atender pelo convênio desde o dia 10 de abril e buscam a modificação dos honorários médicos e de procedimentos hospitalares, que estão sem reajustes há 12 anos.
O governo prometeu repassar aos médicos 140 milhões com a arrecadação do novo modelo, mas não ficou claro de que forma o repasse será feito.
Os médicos também reivindicam a aplicação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) na tabela de preços.
Cerca de 200 profissionais participaram da assembleia e o sindicato reforçou a orientação para que os médicos solicitem licenças temporárias para ficar sem atender os conveniados. (GZH)



