
Seria Queiroz uma espécie de PC Farias do Collor?
(por João Lemes) O tal de Queiroz andou lamentando a morte de um famoso miliciano, tal de Adriano, morto pela polícia da Bahia. “Perdi um amigo”.
No pedido de prisão de Queiroz, são citadas mensagens entre sua esposa Márcia Oliveira de Aguiar e o radialista Márcio Motta, ex-presidente do PSL de Saquarema. Em uma das conversas, Queiroz enviou para Motta uma mensagem de áudio do celular da sua mulher, lamentando a morte do miliciano Adriano da Nóbrega. “Perdi um amigo”.
A situação se agrava, porém, grande parte dos eleitores de Bolsonaro nem quer saber se Flávio deve, se o pai sabia, se o Queiroz é miliciano… Eles acham isso de pouca monta. Basta ver a guerra das redes como se fosse um grenal. É foto do Lula e do Lulinha para lá e pra cá dizendo que roubaram mais e pronto.
Por outro lado, é inegável que o presidente não consegue mais dormir direito com o amado filho sob investigação. Como disse Flávio, é para tentar derrubar seu pai. Tentativa ou não, a fábrica de chocolate e as rachadinhas voltam à cena. Inda mais depois desta burrice de esconder o Queiroz na (quase) na casa deles.
Não sei de nada
Lula parecia Sócrates. Vivia dizendo só sei que nada sei. Parece que, assim como Sócrates, Lula também fez escola. Vejam;
Frederick Wassef, advogado que escondia Fabrício Queiroz, se acertou com os seus clientes Jair e Flávio Bolsonaro para montar a versão de que ambos não sabiam de nada. Como disse O Antagonista, agora só precisa combinar com o Ministério Público do Rio e a Justiça e com o próprio Queiroz. E digo mais, esse sujeito que era mantido lá a pão de ló, pode ser PC Farias do Collor.



