
O Ministério da Saúde informou que negociou a troca de 31 milhões de comprimidos anticoncepcionais que estavam prestes a vencer, representando mais da metade dos 60 milhões de unidades adquiridos durante o governo de Jair Bolsonaro.
Esses medicamentos não poderiam ser entregues aos estados em tempo hábil para distribuição e uso.
A ministra Nísia Trindade destacou que o esforço na utilização e distribuição dos insumos de saúde é um ato de respeito à população e responsabilidade com o povo brasileiro.
O ex-ministro Marcelo Queiroga argumentou que a gestão atual deveria cuidar da gestão da saúde, em vez de terceirizar responsabilidades para a gestão anterior, lembrando que sua equipe enfrentou a maior emergência de saúde pública que o País e o mundo já viveu.
Ele também destacou que o período pandêmico e as alterações causadas pela covid afetaram os estoques de insumos estaduais, causando represamento de medicações. O ex-ministro afirmou que manteve a compra de métodos anticoncepcionais e fomentou a oferta deles à população mesmo durante a pandemia como cumprimento da Lei nº 14.443. (Folha de S Paulo)



