
A declaração de Marcelo Queiroga ocorre após seu ministério publicar uma nota técnica em que defende o uso do medicamento e questiona a efetividade e segurança das vacinas.
“Essas medicações foram utilizadas no começo da pandemia e, na época, o uso era chamado de ‘uso compassivo’. Todos usaram. Posteriormente, se viu que, nessas situações, essa medicação não era mais aplicada e foi testada em outros contextos, né?”, afirmou Queiroga em entrevista para a TV Brasil.
Na semana passada, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Netto, afirmou em nota técnica que a eficácia e segurança das vacinas era menor do que a de medicamentos como a hidroxicloroquina. No documento também constam justificativas para rejeitar o protocolo aprovado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema Único de Saúde (Conitec), que contraindica o uso do tratamento precoce em pacientes que não estejam internados.



