Parobé – RS – (Região de Taquara). O réu é acusado de cinco tentativas de homicídio doloso qualificado, além de crimes como receptação de veículo roubado, desobediência e porte ilegal de arma de fogo. Uma das vítimas da colisão é o menino Joaquim Gonçalves da Silva, que tinha apenas dois anos na época e ficou tetraplégico em razão das lesões irreversíveis na medula.
Detalhes da denúncia e pedido de indenização
Conforme a acusação do promotor Rafael Wobeto Pinter, o crime foi praticado com recurso que dificultou a defesa das vítimas e expôs diversas pessoas ao perigo comum. O Ministério Público também solicitou uma indenização mínima de R$ 300 mil em favor da família da criança, destacando que as sequelas físicas deixadas no menino jamais serão revertidas. O condutor agiu com dolo (intenção) ao assumir o risco de matar para assegurar sua impunidade, já que era foragido da Justiça no momento do fato.
Relembre a perseguição e o acidente
O caso ocorreu em outubro de 2024, no km 42 da RS-239. O réu, então com 23 anos, dirigia um Chevrolet Onix roubado e tentava escapar de uma abordagem da Brigada Militar. Durante a fuga desesperada em alta velocidade, ele invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente contra um Renault Clio, onde viajavam cinco pessoas da mesma família. O impacto foi tão violento que causou ferimentos graves em todos os ocupantes, mudando para sempre a vida do pequeno Joaquim.
Fonte: Júlia Ozorio / GZH.
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