A polícia da capital acionou empresas e alerta para o risco a inocentes que podiam acabar implicados em esquema de tráfico sem saber

Uma operação atua em quatro cidades gaúchas e em Rivera, no Uruguai
Em mensagens de WhatsApp, um dos motoristas de aplicativo informa a um usuário que vai se atrasar para levar a encomenda. Motivo: trânsito carregado e porque antes de fazer a telentrega precisa deixar um passageiro em casa. O fato ocorreu na Capital.
Outras mensagens revelam valores de porções de entorpecentes e quantidades transportadas. Uma delas destaca pedidos de drogas sintéticas: “25 balas na Azenha e 25 no Partenon”.
O grupo, que foi alvo de 20 mandados de prisão e de 16 de busca, usava quatro perfis no Instagram para vender cocaína, maconha, drogas sintéticas e até ketamina, uma espécie de anestésico para animais de grande porte, como cavalos, que é adicionado a entorpecentes. Várias trocas de mensagens pela rede social ou pelo WhatsApp entre traficantes e transportadores foram usadas como provas. (Zero Hora)



