
O alegretense Dariano Moraes, reclamara do trecho entre Manoel Viana e Alegrete. “Os reparos assemelham-se ao reparo de cáries dentárias. Quando a estrutura já foi toda fragilizada, o jeito é arrancar e implantar um novo dente”, disse.
No domingo ele andava pela rodovia quando um pneu com 20 dias de uso estourou, mesmo rodando a 75km/h. O carro caiu numa cratera que já abrange as duas pistas. No trecho, à beira da rodovia, há calotas, pedaços de pneus de quem foi vítima da omissão do Estado. “É isso que recebemos do Estado em troca dos impostos. O Estado tem dificuldade de ser proativo para fazer obras, mas atento para cobrar impostos”, disse o leitor.





