O Ministro da Justiça, Flávio Dino, indicado pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, já expressou críticas ao modelo de nomeação de juízes para as cortes superiores.
Em sua dissertação de mestrado, defendida em 2001 quando era juiz federal, Dino destacou problemas nas regras de indicações para os tribunais.
Abordou a necessidade de um controle externo para o Judiciário e argumentou a favor de um critério mais democrático na escolha de ministros, sugerindo maior participação dos outros poderes, mas com regras objetivas para limitar a discricionariedade.
Apesar das críticas ao processo de nomeação de magistrados, o mesmo modelo que Dino questionou em sua dissertação é o que o beneficiou ao ser indicado para o STF por Lula.




