Armas – Agora há pouco ouvi o ministro da Justiça dizendo que ter arma e munição em casa proporciona uma verdadeira festa à bandidagem.
Campanha – Devido ao massacre do Rio, o governo acelera a campanha do desarmamento e talvez ofereça mais dinheiro pelas armas que são entregues por vontade própria. E a grana é pra ser paga no ato, disse o ministro.
Só tenho medo que alguém chegue com a arma pra entregar e acabe usando-a pra assaltar a polícia e levar o dinheiro destinado à referida “compra”.
Cegos – No Brasil, são mais de dois milhões de cegos e apenas 10 mil estão trabalhando. Está na hora da gente te começar a enxergar isso e dar chance a muita gente deficiente, mas com capacidade maior que a de muitos “olhos vivos”.
Como dizem: pior cego é o que não quer ver…
Jovem que perdeu os dedos – Já tenho o nome de quem faqueou e de quem foi faqueado lá na saída do baile do Chiquito, em frente ou nas proximidades dos Tropeiros. A rusga começou dentro do baile e os brigões foram retirados.
Machão do facão -Lá pelas tantas, um deles foi em casa buscar seu facão e, segundo testemunhas, iria degolar o oponente, caso esse rapaz não metesse a mão na frente. Que coisa!
Boatos – Alguns ainda dizem que seus dedos só não foram “colados” porque ninguém os encontrou em tempo hábil. Outros dizem que isso não foi possível devido ao “trago” da vítima.
Nada disso é verdade. Santiago não tem microcirurgião a ponto de ligar órgãos decepados. Isso é coisa de grandes hospitais. Portanto, não digam asneiras por aí.
Professor Cléo – Também descobri que o profe Cléo, a quem muito admirava, costumava ficar por algum tempo isolado ou sem dizer exatamente onde estava. Daí a razão da família ter custado um pouco a dar parte.
(No Expresso de sexta, detalhes sobre esses e outros assuntos)