Há pouco os nova-esperancenses foram pegos de surpresa com a notícia de que Delvi Segatto não seria mais o médico do ESF Vila Nova. O prefeito Antão Perufo (PP) e o secretário Cesar Brasil não renovaram seu contrato de 40 horas para atender no programa Saúde da Família. A queixa da população e entre os vereadores foi grande. Alguns chegaram a alegar que foi perseguição política, pois o médico é de partido contrário ao do prefeito.
Dois postos e um médico
Conforme a Organização Mundial de Saúde, o ideal seria um médico para cada mil habitantes. No entanto, com a saída de Segatto, ficou apenas a médica cubana Yelena para atender os mais de 5 mil habitantes (dos ESFs da Vila Nova e Centro) até que saia o edital para a contratação de outro profissional. Na Policlínica, os plantões seguem após às 18h, às segundas, quartas e sextas com o médico Jones. Os casos mais graves são encaminhados para Santiago.
Rumo a Santiago – Como não há plantão na Policlínica nas terças e quintas (após às 17h), quem precisar de um médico procura Santiago, assim como já acontece com os casos de mais gravidade.



