Mesmo tendo ativado o mecanismo de reconhecimento facial e senha de seis dígitos no celular, acionado a operadora e bloquear o número, uma vítima percebeu que no dia seguinte o telefone foi ligado.

A polícia não tem certeza de como os ladrões conseguem desbloquear os dispositivos e acessar os aplicativos bancários, mas as vítimas dizem que, mesmo depois de terem ativado o reconhecimento facial ou uma senha de seis dígitos, os criminosos ainda podem acessar a conta bancária da vítima e transferir dinheiro. (GZH)
Os criminosos parecem ter encontrado uma maneira de contornar as medidas de segurança biométricas, de reconhecimento facial e de senha nos telefones, pois conseguem acessar o aplicativo do banco, fazer empréstimos e transferir dinheiro através do Pix.
Diz uma vítima: mesmo tendo ativado o mecanismo de reconhecimento facial e senha de seis dígitos no celular, depois de acionar a operadora e bloquear o número, o que pressupõe restrição ao uso do aparelho, percebeu que no dia seguinte o telefone foi ligado. O sinal do rastreador indicou a região central de Porto Alegre. Ela não sabe como, mas os bandidos conseguiram entrar no aplicativo do banco e desviar R$ 50 mil.
Para evitar o golpe, especialistas sugerem não repetir senhas e ainda criar camadas extras de proteção, como a autenticação por dois fatores, que exige um segundo código.




