
Nove dias após a morte da escrivã Rafaela Drumond, outro policial civil tirou a vida em Araxá. O policial, de 44 anos, atuava como médico-legista e psiquiatra na cidade. Não há relatos de que ele tenha sofrido assédio na instituição policial.
A Polícia confirmou a morte do médico e expressou condolências aos familiares, colegas e amigos. A instituição afirmou que instaurou um procedimento investigativo para apurar as circunstâncias do caso.

Nas redes sociais, conhecidos e pacientes do médico lamentaram sua morte, destacando suas qualidades.
Esses eventos trágicos ressaltam problemas mais profundos dentro da Polícia Civil, como falta de estrutura, condições inadequadas de trabalho, falta de servidores e o impacto na saúde mental dos funcionários. O sindicato destaca a necessidade de atenção às condições de saúde mental dos policiais.
- Após a morte da escrivã Rafaela Drumond, surgiram vídeos e áudios denunciando assédio moral e machismo na instituição. O sindicato exigiu uma investigação do caso e a realização de uma audiência pública para esclarecimentos. A polícia está investigando as denúncias de assédio, mas não há registros formais até o momento.
O delegado responsável pela região afirma que não recebeu nenhuma reclamação formal de assédio, mas as investigações estão em andamento para verificar se esses casos foram relatados anteriormente. Ele enfatiza que sua gestão é aberta e que está disponível para os policiais. (O Tempo)



