
O novo modelo de gestão da pandemia terá um nível menor de intervenção do governo nos municípios. A tendência é que o governo oriente protocolos mais básicos, intervindo só se houver casos preocupantes de contágio e internações.
“Vamos ficar acompanhando os indicadores, aumento de casos, internações. O governo emitirá os alertas e a região tem que responder sobre as providências. Se as providências não forem suficientes, partimos para uma intervenção na região”, disse o governador Eduardo Leite.
O governo estadual deixará para os prefeitos a adoção de restrições mais duras para frear o contágio do coronavírus. Medidas como fechamento de comércio ou restrições mais severas.
O governo do Estado passaria, à posição de orientador. Os únicos protocolos obrigatórios seriam as “restrições mínimas”: uso de máscara e a proibição de aglomerações.
O novo sistema estadual deve entrar em vigor na próxima semana, aposentando o chamado distanciamento controlado e suas bandeiras de risco.



