(J.Lemes) Centenas de economistas apresentarão um programa ao futuro governo federal. No grupo há integrantes das equipes de vários candidatos, de João Amoêdo a Ciro Gomes, que buscaram o consenso em vez de divergências.
A Carta Brasil tem medidas duras, como a revisão da estabilidade do servidor público e a intervenção em Estados com problemas fiscais, como o RS. (As informações são da Rádio Gaúcha).
Hoje pela manhã ouvi o professor da UFRGS, Marcelo Portugal, que faz parte desse grupo. Quanto à estabilidade do servidor, ele foi claro ao dizer que há cargos que devem manter a estabilidade: juízes, procuradores e fiscais, por exemplo. Agora, a estabilidade para motoristas, jornalistas, professores, médicos, atendentes, pode ser revista. A ideia é estabelecer dois aspectos básicos: insuficiência do servidor ou falta de condições do governo para manter o cargo.
“Servidor público existe para efetuar um bom serviço ao público, servir ao público e não para se servir do cargo ou se eternizar nele sem o devido rendimento”.
Rombo na saúde
Estado – A dívida do Estado com hospitais e prefeituras já soma 655 milhões. Isso preocupa diretores de hospitais que temem pela manutenção de serviços básicos. Em Montenegro, por exemplo, o hospital deixou de atender a 800 consultas pré-agendadas e 118 cirurgias não urgentes.
Para o Hospital de Santiago, o Estado deve mais de 4 milhões, segundo a direção. Veja os detalhes no Expresso desta sexta.



