(João Lemes) A redação conversou com o prefeito Adair Cardoso e com o vice Elso Engleitner, além de ouvir os secretários envolvidos.
O próprio vice-prefeito admitiu que durante a campanha eles apenas fazia essas promessas: estrada, saúde e educação, nada mais que isso, pois não se sabia como estaria a casa. Da mesma forma, Adair Cardoso não tinha certeza do que estava por vir, já que não houve uma transição adequada.
Dito e feito! O que aconteceu foi que cada prefeito “tampão” gastou o que pode, como pode e no que pode, sem levar em consideração uma base orçamentária sólida. Foram concedidos aumentos sem sustentação financeira, horas extras em excesso, viagens diárias e tome desperdícios. O resultado não poderia ser outro, senão um rombo de mais de 300 mil reais nas contas públicas.

Quanto ao chamado “legado” de um milhão e tantos mil que ficou em caixa, nada mais era do que um paliativo insuficiente para cobrir as despesas. Esse cenário já está sendo conhecido como uma “herança maldita”.
Nesta edição do jornal Expresso há uma prestação de contas da Administração Municipal, com números detalhados e um plano de enxugamento para tentar reverter a situação. A equipe está se esforçando para que o município continue honrando seus compromissos e pagando a folha de pagamento em dia.





Só pelo nível do procurador que ele convidou para trabalhar dá para ver que o trabalho dele é sério um horror! Bahhhh!