Rio – Wanda Terra, uma senhora de 76 anos, é uma das tantas mães que chora a perda de um filho. Moradora de Angra dos Reis, ela vinha mantendo como uma relíquia o perfume, de O Boticário, que era o preferido do seu filho Alexandre, o qual ela só usava quando ele ia visitá-la. O apego ao perfume como uma forma de manter vivas as suas memórias.
Ao lhe visitar para deixar alguns pertences, a irmã da viúva de Alexandre sentiu o coração partir ao ver a idosa chorando agarrada ao frasco do perfume, já no finzinho. A moça sentiu que aquela era uma ligação importante e foi até uma loja para comprar mais e descobriu que o produto não era mais fabricado. Então, decidiu apelar para que empresa voltasse a fabricá-lo, contando a história de dona Wanda.
O fundador do Grupo Boticário, Miguel Krigsner, se sensibilizou e acionou a empresa para que fabricasse um lote único do perfume, dando a ele o nome de Dona Wanda. E com uma carta escrita a mão, contou que o nome original do perfume, Anette, foi dado em homenagem a sua primeira filha.



