O escândalo em Bento nada
tem a ver com Jaguari. Nada?
Antes mesmo de estourar o escândalo na prefeitura de Bento Gonçalves envolvendo a jaguariense Luana Marcon, que foi contadora também no governo Ivo Patias (Jaguari), a delegada Débora Poltosi já havia pedido informações à prefeitura sobre os contratos com a empresa Sally Inaja Alves Ramos, uma das apontadas no processo em Bento. Em resposta, a prefeitura de Jaguari disse que precisou apelar ao Tribunal de Contas, pois não achou alguns recibos e nem os arquivos no computador que a ex-servidora usava. Explicou também que muitos dos pagamentos foram feitos no caixa geral para o senhor Eduardo Lobo, o que se comprova pelos números dos cheques emitidos.
Indícios de crime – A delegada Débora, entretanto, disse à nossa reportagem que há indícios de crime, mas que é cedo para apontar nomes de culpados, já que o processo todo precisou de peritos na área contábil e, no momento, está com a Promotoria.
Derrota – E na semana passada a Justiça negou pedido à coligação de Patias, o qual achou ruim quando o Expresso lembrou aos leitores que Luana fez parte do seu governo.


