

(por Luana Diello – santiaguense)
Pisamos em um terreno desconhecido, e o novo. O diferente sempre causa estranheza. Ao longo da história, passamos por revoluções, crises econômicas e pestes. A questão é que não foram os mais fortes que sobreviveram e, sim, os mais estratégicos. Se antigamente foi possível reverter e destacar-se no campo econômico, imagina agora com todos os recursos que temos em mãos.
O cenário assusta, os boletos chegam e, de repente, seus negócios são ameaçados. Mas quanto vale a sua vida? Quanto vale a vida de um colaborador? Que sai de casa angustiado e desenvolve suas funções de forma tensa, sabendo que corre o risco de ser demitido – isso se não contrair o vírus antes. Entretanto, a Covid veio também para revolucionar, abrir nossa escuta.
Portanto, reveja seu plano estratégico, o marketing, elogie seu funcionário e a si próprio. A gestão pública e o restante da humanidade não têm culpa se há oscilações administrativas na sua empresa; nem tudo é culpa do vírus. Abandone a cobrança e reflita com carinho. Vamos (re) planejar? Evoluir? Adaptar? Vamos focar no humano?
Sim, eu sei que você tem boletos e um nome pra zelar, mas que atire a primeira pedra quem nunca atrasou uma duplicata!
Já temos muitas injustiças no mundo e as UTI’s comprovam isso. Uma coisa é fechar as portas, outra coisa é não usar seu potencial mental.



