
Luiz Marinho afirmou que a gestão de Bolsonaro foi irresponsável ao criar a modalidade no FGTS, pois “quando o cidadão precisar dele, não tem”.
Na visão do ministro, o fundo tem dois objetivos históricos: o primeiro é funcionar como uma base de investimentos para habitação. O segundo é “a poupança do cotista, do trabalhador, para socorrer no momento da angústia do desemprego”.
Criada em outubro de 2019, a modalidade permite ao trabalhador sacar anualmente um percentual do saldo do FGTS, observados os valores constantes de uma tabela. Quanto menor for o saldo, maior o percentual do saque, podendo a alíquota variar de 5% a 50%.



