O jornal Zero Hora publicou que o Estado gasta 245 milhões mensais para pagar pensionistas, mas também pode estar bancando mortos-vivos: são pessoas que se apossam da identidade de beneficiários falecidos e sacam as pensões depositadas pelo IPE.
Há mais de 400 casos sob suspeita no instituto. Desde 2013, o prejuízo já chega a 7 milhões. O Grupo de Investigação da RBS apurou que existem mais 350 casos em que a pensão teria sido sacada de fraudulenta.
Além dessas situações, está em curso o recadastramento de filhas solteiras, que também detectou indícios de pagamentos irregulares de pensão. Há 217 casos sob suspeita em filhas que não se enquadram no critério “solteira” receberam a pensão de falecidos. (F: Zero Hora)



