ARTIGO DO DIA
(J.Lemes) Lendo o Expresso e a geração de empregos, vejo algo cristalino; a renda deve ser repartida, mas sempre nas devidas proporções entre empresários-patrões e empregados.
O motivo é óbvio: o patrão pensa o tempo todo sua empresa (pensar dói), se aventura, ousa e empreende. O empregado também amarga jornadas árduas, mas chega no fim do dia e se desliga de tudo (salvo exceções).
O mundo sempre foi assim e sempre será. Como já estive na pele dos dois, sei bem o que falo. Talvez, se um dia o empregado ascender ao posto de patrão, ele possa entender. Até lá, a parada é dura, mas quem nasceu inquieto e corajoso chegará.



