Santiago/RS – O plasma rico em plaquetas (PRP) é um tratamento revolucionário que utiliza o poder regenerativo do próprio corpo do paciente. Na reunião do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 14 de maio de 2026, avançou-se significativamente na liberação definitiva do procedimento no Brasil, transformando como tratamos lesões musculares, articulares e tendíneas.
Contexto regulatório
Até recentemente, o PRP era classificado como procedimento experimental pela Resolução CFM nº 2.128?2015. A Resolução CFM nº 2.428?2025 estabeleceu critérios modernos para incorporar novas terapias baseadas em evidências científicas robustas,
pavimentando o caminho para a liberação do PRP ainda em 2026.
O que é o PRP?
O PRP é composto por plasma enriquecido com plaquetas. Essas plaquetas contêm proteínas chamadas fatores de crescimento, essenciais para cicatrização de feridas e regeneração tecidual. O procedimento é baseado em coleta de sangue do paciente. Centrifugação para concentrar as plaquetas (5 a 10 vezes mais que o normal) e injeção no local lesionado. Diferentemente dos antiinflamatórios convencionais que apenas “abaixam o volume da inflação”. O conceito do ortobiológico é de recrutar os técnicos do corpo para “consertar o motivo do alarme”. Promovendo regeneração real do tecido lesionado.
Níveis de evidência científica
O PRP apresenta altos níveis de evidência em aplicações específicas, como epicondilite lateral, artrose de joelho leve a moderada e tendinopatia patelar. Estudos mostram resultados duradouros (por volta de 12 meses) e segurança comprovada.
Os resultados variam conforme o protocolo de preparo. E as clínicas precisam estar vinculadas a grupos de estudo para realizar os procedimentos e validar os resultados.
Importância do controle de manipulação
Nem todo PRP é igual. O sucesso depende de como o plasma é obtido. Processado. Mensurado e personalizado. A Proregen, clínica de pesquisa situada em Bento Gonçalves na serra gaúcha e liderada pelo Dr. André Kruel, é pioneira em medicina regenerativa. Foi desenvolvido um padrão de excelência científica com metodologias comprovadas e controle rigoroso.
Registro PRRB: Primeiro Registro de Regenerativa do Brasil
O PRRB é o pilar científico da Proregen. Funciona como banco de dados de alta relevância clínica, registrando concentração exata de plaquetas, tipo de lesão, protocolo de centrifugação e melhora clínica do paciente. Permite ajustar técnicas e contribuir para literatura médica nacional e internacional, diferenciando a Proregen como a pioneira em pesquisa multicêntrica em medicina regenerativa no Brasil.
Proregen Santiago: expansão exclusiva
Além da matriz em Bento Gonçalves, a Proregen possui representação em Santa Catarina, São Paulo, João Pessoa na Paraíba, Garanhuns em Pernambuco, Brasília, Macapá, Sobral no Ceará, Goiânia, Recife e Amapá, consolidando-se como a clínica com o maior número de licenciados do Brasil. A Proregen Santiago marca expansão estratégica na região centro-oeste do Rio Grande do Sul, oferecendo mesma tecnologia, rigor laboratorial e respaldo científico do PRRB, garantindo exclusividade no atendimento
dessa região.
Conclusão
A medicina regenerativa é o futuro do tratamento da artrose. Ciência e controle laboratorial devem caminhar juntos. O compromisso da Proregen com metodologia comprovada, monitoramento pelo PRRB e expansão com Proregen Santiago garantem acesso ao mais seguro, ético e eficaz em medicina moderna.
O Dr. Juliano Silva é médico ortopedista e traumatologista, com atuação voltada a terapias regenerativas e controle da dor causada por doenças articulares.
SERVIÇO:
Dr. Juliano Silva – Ortopedista e Traumatologista – CRM 33716 | TEOT 14288 – RQE 27.999
Somma Medicina Integrada – Rua 7 de Setembro, nº 510 – esquina do Hospital de Caridade.
Fone: (55) 99954-4114 – celular e WhatsApp
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