Durante uma correição extraordinária na 13ª Vara Criminal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato, o Conselho Nacional de Justiça identificou diversas irregularidades na gestão de Sérgio Moro. A investigação revelou o sumiço de bens e indícios de uma condução caótica dos acordos de leniência sob o comando do atual senador.
Os itens apreendidos, como obras de arte, não foram devidamente inventariados. Houve dificuldades em identificar diversos bens e recursos, incluindo aqueles confiscados no exterior.
O Tribunal de Contas já havia identificado irregularidades nos processos da Lava Jato, destacando a destinação inadequada de valores obtidos em acordos de leniência, chegando a R$ 22 bilhões.
O ministro do TCU, Bruno Dantas, denunciou a transferência de patrimônio do Estado para agentes da lei, referindo-se ao projeto dos procuradores do Ministério Público de Curitiba de criar um fundo com recursos da Lava-Jato para benefício próprio, incluindo membros como Deltan Dallagnol, que foi recentemente cassado pela lei Ficha Limpa.
Revista Fórum




