
Obras do Chico viraram disputa na rede
(por João Lemes) Neste final de semana acompanhei as redes sobre a transposição do São Francisco. Baita obra de bilhões. Ela começou no governo Lula, passou por Dilma, Temer, e foi concluída agora por Bolsonaro. Ótimo! Cada qual fez seu dever. Não entendo por que esquerda e direita brigam como se fosse um jogo de futebol.
Vem aí uma delação

O famoso Queiroz quer negociar uma delação. Como está preso, seu temor agora é pela família; esposa e filhas, as quais ele teme que sejam presas. O problema é que os promotores querem algo além do que já têm nas investigações das rachadinhas.
Homem bomba

Para o governo e a família Bolsonaro, Queiroz não é tão assustador, mas sim o advogado Fred Wassef, dono da casa onde o chefe da rachadinha foi preso. Ele já omitiu e mentiu várias vezes. Agora, todos sabem que ele protege alguém.
Um golpe militar é possível?
Outra coisa interessante deste governo é que a “caserna” já se mostrava incomodada com o movimento que defendia intervenção militar, diz a revista Crusoé. Também temia por ranhuras à imagem, que desde o fim da ditadura vem sendo reconstruída. A trama em torno de Queiroz fez os generais da ativa colocar as barbas de molho. Por isso, caso aconteça um golpe militar, creio que o presidente mandaria muito pouco.
Protestos não param

Hoje os manifestantes fincam cruzes em frente ao Congresso Nacional. O ato faz parte do movimento #StopBolsonaro. Além das cruzes, foram colocadas faixas com dizeres “Fora Bolsonaro, Mourão e Centrão”.
Bolsonaro muda o rumo
Mesmo havendo gente ao redor do palácio pedindo intervenção militar, Bolsonaro ficou na dele. Segue instruções dos palacianos, pois precisa esfriar os ânimos do STF, inda mais agora que o filho Flávio está até o pescoço com as rachadinhas.
Ministro “doutor”

Apesar das denúncias de plágio e alteração no Lattes sobre um doutorado que não teve, o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, toma posse nesta segunda. Um apena que tenha que ser assim. O MEC é quem fiscaliza os cursos e aí fica ruim um ministro que mentiu para o país. Bom, dos males o menor. Melhor que o Weintraub ele é. Só em não ter ranço com ninguém, já vai ajudar.



