
Houve investimentos criminosos em compra de passe de jogadores de futebol, em obras e em lavouras de soja
As ordens judiciais são cumpridas em Porto Alegre, Cruz Alta, Xangri-lá, Capão da Canoa, Tramandaí e Tupanciretã. O esquema criminoso se estendeu por mais de 10 anos. A organização criminosa figura como ré em 11 mil ações judiciais no ramo trabalhista, bem como gerou prejuízo em tributos de R$ 200 milhões. (Correio do Povo)
A Polícia e o Ministério Público fazem operação em seis cidades gaúchas contra uma organização criminosa em que uma família teria burlado licitações. O grupo teria movimentado 565 milhões, que devem ser bloqueados por travamento de 57 contas judiciais.
O dinheiro foi lavado de várias formas. Algumas contas teriam sido abertas em nome de terceiros, veículos foram adquiridos e registrados em nome de “laranjas” e imóveis de luxo estavam em nome de pessoas da confiança dos responsáveis pelo esquema.
Também houve investimentos em compra de passe de jogadores de futebol, em obras e em lavouras de soja. As estratégias visavam afastar o dinheiro criminoso de sua origem espúria, dificultando a localização e recuperação pelo Estado.



