
A implementação é parte do programa Avançar e representa um investimento de mais de R$ 4 milhões e 800 mil.
Caso o agressor desrespeite a medida, alertas serão emitidos. Se a aproximação persistir, um segundo alarme é acionado no dispositivo, mostrando a localização em tempo real para que a vítima possa pedir ajuda ou se afastar.
A medida previne casos de violência doméstica e feminicídios. Os juízes podem solicitar a utilização da tornozeleira para agressores que precisem cumprir medidas protetivas e apresentem risco em potencial, de acordo com as circunstâncias.

O aplicativo não pode ser desinstalado e permite o cadastro de familiares e pessoas de confiança para situações de urgência. O sinal emitido pela tornozeleira também aciona as autoridades policiais, que têm a orientação de se deslocarem urgentemente para verificar a situação e impedir qualquer agressão.
O programa será implantado em outras regiões do estado até outubro de 2024, totalizando 2 mil conjuntos de tornozeleiras e celulares.
A implementação é parte do programa Avançar e representa um investimento de mais de R$ 4 milhões e 800 mil. Após 2024, o investimento anual no projeto será de R$ 15 milhões. O monitoramento será feito pelos policiais militares que já estão nas ruas, recebendo as informações da central para agir com agilidade. (GZH)




