Da esquerda para a direita: Freire Gomes, Tomás, Stumpf (este atuou em Santiago) Richard, Amin e Novaes. (da coluna de Humberto Trezzi, de GZH)
Esses militares enfrentaram pressões internas e externas, mas decidiram respeitar o resultado eleitoral, em contraste com ações golpistas que incluíam deslegitimação das urnas eletrônicas e incitação a protestos.
A resistência desses generais à ideia de um golpe foi sutil, mas firme, apostando na legalidade e na ordem democrática, em meio a temores de uma possível guerra civil.
Essa postura legalista gerou ataques e difamações por parte de apoiadores de Bolsonaro, que os rotulavam pejorativamente.
A longo prazo, os generais que se mantiveram leais à Constituição ocuparam posições de comando ou foram para a reserva, reafirmando o compromisso das Forças Armadas com a democracia e o Estado de Direito.
Para o leitor compreender, esse conflito entre legalistas e os que pregavam uma rebelião autoritária por parte de Bolsonaro, contra o resultado das eleições, aconteceu em todas as Forças Armadas, mas sobretudo no Alto Comando do Exército (ACE). Esse é o órgão que controla a maioria das tropas federais no Brasil.
Além do comandante, inclui 15 generais quatro estrelas (topo da carreira), como o chefe do Estado-Maior do Exército, os comandantes militares de diferentes regiões brasileiras, os chefes de departamentos e do Comando de Operações Terrestres (Coter).



