
O pastor Ezekiel Odero, chefe do Centro de Oração e Igreja da Nova Vida, foi preso no Quênia e acusado de “assassinato em massa de seus fiéis”. O televangelista é um dos mais influentes do país e atraía multidões para sua igreja ao sul de Melinde, com capacidade para cerca de 40 mil pessoas.
As autoridades do país descobriram dezenas de corpos de seguidores da Igreja Internacional das Boas Novas, anunciando medidas contra os cultos “inaceitáveis” e classificados como “terroristas”. O autoproclamado pastor desta seita, Paul Mackenzie Nthenge, pregou o jejum extremo como um meio de encontrar Deus. (GZH)



