(J.Lemes)
Sartori cometeu apenas um erro; perdeu de cortar na carne quando entrou. Agora ele vai ouvir poucas e boas e já é o pior governador que o RS tem ou terá. Mesmo com mais de 2 bilhões negativos, ninguém quer cortes.
Pior é que poucos conseguem ver o que todos os outros governos fizeram (ou não fizeram); gastaram mais do que arrecadavam. Hoje Sartori tem duas saídas: ou corta despesas ou aumenta a despesa. As duas medidas doem, resta saber qual a mais acertada, ou seja, a menos pior.
Também ouvi muito brigadiano dizendo que está tudo acabado e não é bem assim. Quem não sabe, pergunte para quem sabe, mas não saia falando pelo senso comum e pela voz de políticos demagogos e populistas. Não torço para o Sartori, torço pelo Rio Grande, torço por nós…
Agora sobre as extinções e privatizações:
Alguns órgãos só dão despesa. São gastos que não acompanham o que ocorre na iniciativa privada. A começar pelos altos salários dos chefes. A CEEE, por exemplo, virou em despesa.
Sobre a TVE, que se pensa em extinguir, agora todo mundo fala e senta a lenha no Sartori. É bom ter a TVE? É bom! Mas já se sabe que uma minoria a assiste. O resto passa vendo novelas e de olho no celular. Infelizmente essas são as nossas realidades. Quem tem o comando deve agir, mesmo com medidas antipáticas. Deve agir!
Hoje não temos estradas, servidor não recebe, a previdência do estado está comprometida e por aí vai… E agora, alguém tem a solução que não seja essa?
Sobre a previdência social
O reflexo da baixa natalidade na previdência tem uma conta simples: antes havia três ou quatro pessoas trabalhando para uma aposentada; hoje são duas trabalhando para cada uma aposentada. E depois a pessoa ainda fica no mínimo uns 10 anos aposentada até morrer. Então, o que era bom antes e dava certo, não dá hoje. E só reclamar sem tentar entender não resolve.


