Nesta segunda (9), o padre Diego da Silva Correa foi preso por suspeita de estupro de vulnerável em Guaíba e em Porto Alegre. Ele já havia recebido uma advertência da Igreja Católica por comportamento inadequado com crianças.
À época, em 2021, ele foi investigado pela Igreja e pela Polícia Civil, mas não houve comprovação de crimes. Agora, depois das suspeitas que surgiram em Guaíba, uma jovem que era coroinha na São Carlos, na Capital, registrou ocorrência de estupro de vulnerável contra ele.
Em 2020, aos 13 anos, ela teria sido obrigada a praticar sexo oral com o padre, enquanto ocorria uma festa na paróquia. Ela decidiu relatar o susposto fato agora depois de saber do que ocorreu em Guaíba.
Com base nos dois casos, o delegado Fabiano Berdichevski, pediu a prisão preventiva do padre. Segundo o delegado, por ter acesso a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, Diego representa risco a eventuais novas vítimas se estiver em liberdade.
Policiais encontraram dentro do roupeiro dele dois pendrives contendo imagens “mostrando crianças em ensaios sensuais usando roupas íntimas”, tendo ao menos duas fotos com a exposição dos órgãos sexuais de crianças.
Ele passou por audiência de custódia e foi solto.
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