Esse foi o caso da controvérsia em Capão do Cipó durante a posse do prefeito Adair Cardoso.

(J.Lemes) O assunto volta à tona e chegamos à conclusão de que a maioria não sabe como se comportar durante a execução do hino, fato que gera desconforto. Esse foi o caso da controvérsia em Capão do Cipó, durante a posse do prefeito Adair Cardoso. O novo vereador, o professor Rodolfo Brum, foi o primeiro a dar as costas aos seus eleitores e autoridades, seguido de leve pelo próprio prefeito e vice.

Pelo que se depreende da legislação, bem como do Decreto-lei que trata do cerimonial público, qual seja, 70.274/72, as pessoas somente devem se virar em direção à Bandeira caso esta esteja sendo cultuada – ou mesmo nas hipóteses de hasteamento.
Várias vezes escrevi sobre isso. A bandeira nos representa, mas quando estamos presentes, somos nós, povo brasileiro, que merecemos as honras. Então, não se vira para a bandeira na hora do hino e, sim, para o público. Nenhum símbolo é mais nobre que o verdadeiro país, o seu povo. A exceção é o hino à bandeira. Aí, sim, nos viramos para ela.

Do portal da Casa Militar de SC:
“Uma das práticas errôneas surgida não se sabe de onde e nem como, “é voltar-se (autoridades e público) na direção da Bandeira Nacional por ocasião da execução do Hino Nacional”. Essa prática, além de não encontrar respaldo legal, sugere que a Bandeira Nacional é mais importante que o Hino Nacional e, portanto tem precedência sobre este”.




