ARTIGO DO DIA
(J.Lemes) Só que, pra valer, deve ser sutil. E nada de mencionar padrões físicos como “baixinho querido”, “ali, do lado do senhor careca”, “adorei este magrão”, “que fofa”, (para alguém com sobrepeso) ou “pequeno grande homem ou, ainda, chamar de “MONSTRO sagrado” um talento… Pense nisso quando, de fato, quiser elogiar alguém.
Elogio – do grego eu (boa, bela) logos (linguagem). Elogio era um epitáfio, palavras elogiosas na tumba do amigo ou parente. A palavra se estendeu para quando falamos bem de alguém ainda vivo.



