
Em maio, o Estado anotou 460,5 mil desligamentos a pedido do funcionário no acumulado de 12 meses no emprego formal – o maior montante para o período desde 2020. De acordo com especialistas, normalização do mercado de trabalho após a pandemia e mudanças comportamentais impulsionam essa alta.
O fenômeno está concentrado em uma fatia da mão de obra muito qualificada de setores aquecidos e atinge parcela menor dentro do total de desligamentos — a maior parte deles não ocorre a pedido do trabalhador —, consequentemente, não provoca impacto tão significativo no mercado de trabalho e na economia do país.



