Já se nota que uns vereadores prometem se destacar entre os demais enquanto outros ficarão na promessa;
Alguns batem em assuntos bons, mas “batidos”. O Clairton (PSDB) falou num centro de eventos para Santiago, parecido com o que ele viu noutra cidade.
Espere chegar a Fecoarti que todos falarão nisso no discurso de abertura, Clairton.
Mas Clairton acertou na pinha ao falar da falta de acessos aos cadeirantes em Santiago. Certos empresários pensam em modernidade e não se animam a colocar uma rampa de poucos reais na calçada.
E mais, Clairton: outros pensam que a calçada é extensão do bar ou loja e ali depositam cadeiras para seus clientes. O idoso, senhora grávida ou cadeirante, se quiserem passar, que usem a rua como todos os carros.
E tem aqueles tocos de árvores que a secretaria de Obras acha lindo, e que ficam ali fazendo aniversário.
O Cepers estava lá pela câmara para ouvir elogios à entidade e cacetadas no governo, mas greve que é bom?, hã, hã, hã…
O vereador Décio (PP) elogiou o prefeito Tiago (PP), tipo coruja que gaba o toco. “Nunca tinham visto um prefeito ir para a estrada ver as obras”.
Este Tiago adora uma motossera, uma picareta, um trator… Terá o mesmo fôlego até o fim do governo?
Dionathan Farias (PP) falou da associação dos músicos que nasceu há pouco e teve algumas adversidades e, aí, precisou entrar em recesso, mas que agora estaria retomando os trabalhos.
Como? Foi criada há pouco e já teve algumas divergências? Eita grupo unido esse!
Rafael Nemitz (PSD) comunica que vai a fundo na questão da gasolina e chamará donos de postos para falarem os porquês, como se nós já não soubéssemos…
Aliás, já se vê que o metiê do Rafinha é chamar gente na Câmara!
Rafael age bem. Nunca vimos empresários desse setor irem na Câmara. Aí é que está a importância de uma oposição sadia. Sabe-se que alguns donos de postos são ligados ao PP; sabe-se que a maioria dos vereadores é do PP e não é preciso ser sabido para saber que não há interesse em cutucar nessa ferida.
Gildo (PP) banca o “Fortes” na questão lixo hospitalar e promete ir para as cabeças. “A obrigação é, sim, do hospital. Existe lei que determina isso!”
E agora?, chefe Rúderson?



