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| Nelson Abreu (PDT). |
Santiago – A nova formação da câmara já fez sessão nesta segunda à tarde. Claro, ainda em ritmo lento porque depois dessa já vem uma folga chamada recesso. Se bem que alguns dos novatos (e também veteranos) bateram contra a paradinha, ávidos que estão por tribuna. Gildo (PP), Nequinho (PDT) e Eva (PMDB) foram alguns dos contrários.
Gildo (PP) ainda criticou um projeto da prefeitura que veio com erro e por isso ele não quis votar.
Dionathan Farias (PP), assim como os demais novatos, ficou só agradecendo muito e prometendo trabalho com honestidade e respeito.
Marcelo Gorski (PP) também agradeceu pelos votos, cujo aumento foi de 160%. Ele foi um dos poucos a quebrar o feitiço da cadeira de presidente no último ano. (Quem presidia no último ano em fim de mandato nunca se reelegia).
Marcelo ainda se consagra porque a de Santiago foi uma das raras câmaras que não pagou diárias em 2016. Austeridade e competência ele tem de sobra.
Davi Vernier (PP) falou de um projeto que se chama “inventário cultural”, que vai documentar e resgatar muita coisa histórica em Santiago. Lembrou que a festa dos 133 anos não vai ter fogos, mas terá bolo, banda e ônibus de graça pela Centro Oeste.
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| Davi Vernier (PP). |
E foi justamente aí neste ponto que Rafael Nemitz (PSD) já se calçou. Ele diz que os fogos eram a principal atração e , agora, não haverá. E se fosse por economia, “bem que as bandas poderiam ser de Santiago”, disse ele.
Depois apresentou algumas sugestões, como ele mesmo escreveu: “Dos 13 vereadores nesta primeira sessão, fui o único a apresentar proposições com sugestões”. São elas:
– Alterações na zona azul; convênio entre a Prefeitura e o Estado para restauração do prédio do antigo Fórum; mudança do horário da sessão para às 20h e descentralização nos bairros e interior.



