
O caso apura suposta propina de 1 milhão que teria sido solicitada e recebida por ele em 2012
A Polícia Federal indiciou o senador Renan Calheiros (MDB) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A propina de 1 milhão teria sido paga pela Odebrecht pelo apoio político à aprovação de uma resolução do Senado que restringiu incentivos fiscais de produtos importados concedidos por Estados, beneficiando a Braskem, episódio conhecido como guerra dos portos.
Em relatório enviado ao ministro Edson Fachin, do STG, os investigadores dizem ter identificado elementos concretos para se atestar a presença de indícios suficientes de que Calheiros teria praticado os crimes em conjunto com outras quatro pessoas.
CONTRAPONTO – O senador se pronunciou e lembrou que a Polícia Federal não tem competência para indiciar um senador e criticou a gestão de Bolsonaro. “Polícia Federal não tem competência para indiciar senador, só o STF. Bolsonaro pensa que a Constituição e a PF são dele, que delegado é jagunço. Quis tumultuar a CPI: plantou áudio, mandou investigar o dono da Precisa para ele obter HC (habeas corpus) e calar-se. Mas, a cada dia chegamos mais perto dos seus crimes”, escreveu o senador.




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