A expectativa é de que a atuação dos policiais seja monitorada em tempo real durante todo o período de trabalho.

O pregão eletrônico para a locação de câmeras corporais destinadas à Polícia Civil e à Brigada Militar ocorreu nesta segunda (26). Duas empresas apresentaram propostas. Foi da L8 Group, do Paraná, o menor preço para fornecer 1.100 equipamentos em regime de comodato por R$ 700 mil — o equivalente a R$ 636 por câmera.
O valor inclui captação, transmissão, armazenamento e compartilhamento dos dados. Fica ainda sob responsabilidade da empresa a manutenção dos equipamentos. A mesma empresa já prestou serviço durante a construção do novo prédio do Instituto-Geral de Perícias (IGP).
Os equipamentos não serão comprados, segundo o governo, porque podem ficar defasados em poucos anos, sendo necessária a substituição.
As informações obtidas com o equipamento, como imagens, áudios e localização, também podem ser usadas posteriormente em investigações. O equipamento também pode servir como mais uma proteção ao policial, já que está previsto que tenha um botão de pânico, para ser acionado quando for necessário pedir ajuda.

A BM, por ter mais contato com as ruas, deve ficar com 90% das câmeras corporais que serão alugadas. Os demais equipamentos serão para uso da Polícia Civil, em operações de busca e captura de criminosos. A Secretaria da Segurança Pública já afirmou que deseja os equipamentos para pronta entrega e que pretende colocá-los nos uniformes o mais rápido possível. A utilização dos itens já ocorre em São Paulo, Rondônia e Santa Catarina. (GZH)



