
A Polícia Federal fez operação para prender suspeitos de planejar a morte e o sequestro de autoridades públicas, incluindo o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, que afirmou ser um dos alvos do grupo.
A facção investigada atua dentro e fora dos presídios brasileiros e internacionalmente.
Quando era ministro de Segurança Pública, Moro determinou a transferência do chefe da facção, Marcola, e outros integrantes para presídios de segurança máxima. À época, o senador defendia o isolamento de organizações criminosas como forma de enfraquecê-las.
Até o momento, nove pessoas foram presas e foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão em quatro estados: São Paulo, Paraná, Rondônia e Mato Grosso do Sul. A polícia identificou que os ataques poderiam ocorrer simultaneamente e outro alvo do grupo era Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado.





