
(João Lemes) Sou contra o fato de vacinarmos primeiro os presidiários e só depois os policiais, mas esta é a ordem, portanto, a lei. Lógico que o senso comum não entende essa medida.
Aqui, cabe um raciocínio: caso os presidiários fiquem doentes (e muitos já estão), leitos de quem eles vão tirar? Ou pensam que a Justiça, que tem a tutela deles, vai permitir que morram na cadeia? Qual juiz quer carregar essa mancha na carreira?
Logo, proteger os presos da doença, é proteger a nós mesmos, sem levar em conta outra série de argumentos como senso de humanidade etc, etc.
Cabe ainda dizer que as regras de priorização de vacinados são baseadas em evidências científicas e sanitárias, não em principiologia moral.
Repito: essa é apenas uma reflexão. Portanto, não me venham com “bandido bom é morto” etc. Não vou aceitar nada que não seja pelo viés argumentativo.
Claro, acabamos de ouvir a notícia de que os policiais gora serão prioridade. Amém!
Promessa para abril
Eduardo Pazuello diz que entrega o Ministério da Saúde com 500 milhões de doses de vacina compradas e que, a partir de abril, o Brasil poderá iniciar a vacinação de pessoas portadoras de comorbidades, além de categorias específicas, como professores, policiais, bombeiros e funcionários públicos que atuem no serviço funerário.




Sempre se falou sobre as prioridades de vacinação, mesmo antes com a vcaina da gripe, que incluem presidiários nos prioritários. A população precisa aprender a pensar antes de emitir uma opinião, além das questões já citadas acima existe p fato de que um presidiário hospitalizado impõe a necessidade de um ou mais agentes de plantaão no hospital quando todos sabemos da escassez d servidores púbicos em tdas areas.