As denúncias envolvem estupro praticado contra pessoas em situação de vulnerabilidade, violação sexual mediante fraude e importunação sexual.
Uma das vítimas estava em um hospital em Porto Alegre e, debilitada devido a um tratamento contra câncer de estômago, o líder religioso teria abusado dela sob o pretexto de realizar um “passe” espiritual.
Em outro caso, ele teria convidado a mesma vítima para tratamento espiritual em sua residência, onde novamente a teria tocado de forma inadequada. Em um terceiro incidente em 2015, o líder religioso teria tocado as nádegas de outra vítima em sua casa em Cidreira, com auxílio de sua esposa, que tentou justificar o comportamento inadequado.
O processo está sendo conduzido em sigilo para proteger a privacidade das partes envolvidas.



