O Ministério Público instaurou na Procuradoria de Prefeitos uma investigação para avaliar, sob o aspecto criminal, a decisão do prefeito Divaldo Lara (PTB) de alterar a ordem dos grupos na vacinação contra a Covid, imunizando agentes de segurança antes de outros grupos prioritários.
Também foi instaurada uma investigação para avaliar se houve improbidade administrativa. O prefeito determinou a vacinação antecipada de alguns grupos, o que contraria regra do Plano Nacional de Imunização. O Ministério Público afirmou que as alterações no plano, do Ministério da Saúde, não podem ser feitas pelos municípios.
Conforme o cronograma do governo federal, agentes de segurança, como policiais militares, civis e rodoviários, só podem ser vacinados depois de profissionais da saúde, indígenas, idosos, pessoas com deficiência permanente grave, população em situação de rua, presos e profissionais da educação.
A Prefeitura informou que a escolha em antecipar a vacinação de agentes de segurança foi feita porque a cidade tem registrado casos entre esses profissionais, o que tem exigido que eles se afastem do trabalho para tratamento.




