
Ele estava em Atibaia, em um imóvel do advogado do parlamentar, e foi levado para o Palácio da Polícia Civil, no Centro da capital paulista. Depois de exames de corpo de delito, ele deve ser transferido para o Rio.
A prisão de Queiroz é preventiva. Uma vez encontrado indício do crime, a prisão preventiva evita que o réu continue a atuar fora da lei. Ele é alvo de ação do Ministério Público, que investiga crimes de peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.
Queiroz foi assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio até outubro de 2018, quando foi exonerado, e é investigado por participação em suposto esquema de “rachadinha”.
Esposa também será presa
Márcia Oliveira de Aguiar também teve mandado de prisão expedido pela Justiça do Rio. A determinação é do juiz Flávio Itabaiana Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio. Mas, por enquanto, ela não foi encontrada. A Polícia Federal está auxiliando nessa busca. O TJ expediu mandado para ser cumprido no mesmo endereço em que Queiroz foi preso, mas ela não estava na mesma casa
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