
Caso envolve produtor rural do oeste da Bahia em caso de assédio eleitoral; defesa nega
Um empresário do setor agropecuário do oeste da Bahia afirmou ter forçado seus funcionários a filmarem o voto no primeiro turno e ter demitido os que se recusaram a votar em Bolsonaro, segundo inquérito do Ministério do Trabalho.
O suposto assédio eleitoral partiu do empresário Adelar Eloi Lutz, gaúcho radicado no estado há mais de 30 anos e dono de propriedades rurais em Formosa do Rio Preto e foi registrado em áudios que circularam em aplicativos de mensagens.
A advogada do empresário afirmou à Folha de S. Paulo que as informações que constam no inquérito “não procedem” e que Adelar Eloi Lutz vai apresentar sua defesa no prazo. Ela não quis esclarecer se o que não procede é que os áudios sejam de Lutz ou que ele tenha realmente feito o que dizem as gravações atribuídas a ele.



