
A categoria protestou pelas ruas acampou em frente ao Ministério Público para dar visibilidade à luta pelo piso.
Em assembleia na última sexta, 25 a categoria decidiu que faria em greve caso não fossem devolvidos os valores retirados indevidamente do salário pela prefeitura de Alegrete. Segundo nota do Sindicato, o prefeito Márcio Amaral se mostrou colaborativo para construir alternativas para o pagamento do piso, mas o tempo passou e nem mesmo a revisão de 10,16% veio.
Segundo o sindicato, “agindo dessa forma, a administração desautoriza a Câmara (autora da lei da revisão anual do funcionalismo) e o Ministério Público (que garantiu desde 2015 o pagamento do piso ao magistério de Alegrete)”. (F: Em Questão)



