Caso avance a proposta de cortar 10 bilhões do Bolsa-Família no próximo ano, 905 mil pessoas poderiam ser excluídas do programa no RS. A opção seria tomada para que o governo federal consiga buscar o reequilíbrio fiscal. Pelos cálculos do Ministério do Desenvolvimento Social, dos mais de 900 mil gaúchos atingidos, para um grupo de quase 247 mil pessoas, ou 75 mil famílias, os reflexos seriam mais graves. A saída do programa de transferência de renda significaria a entrada delas na pobreza extrema. Em todo o Brasil, 23 milhões perderiam o benefício.


