São Paulo – No domingo (23), Thalita Danielle Hoshino, de 38 anos, morreu após ser atropelada por uma charrete na faixa de areia entre Peruíbe e Itanhaém. Moradora de São Bernardo do Campo, trabalhava na área de tecnologia e sonhava em morar na praia.
Ela sofreu traumatismo craniano e foi socorrida na UPA de Itanhaém antes de ser transferida para o Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, mas não resistiu. O inquérito foi alterado para homicídio consumado.
A fisioterapeuta Gabriela Andrade, amiga de Thalita, conseguiu desviar da charrete e tentou alertá-la.
“Ela estava muito feliz, tirando fotos e filmando, do jeito que sempre gostou”, contou.
“Podia estar passando qualquer tipo de problema, ela sempre sabia como resolver, sempre sabia como se virar. Ela era realmente a nossa conselheira, uma pessoa que não deixava você ficar triste, não deixava você ficar de baixo astral. Ela sempre me levantava. Nos piores e nos melhores momentos, ela esteve do meu lado”, informou a amiga.
A polícia analisará os depoimentos, a gravidade das lesões e o comportamento do condutor da charrete para decidir sobre seu indiciamento. O homem, de 31 anos, mora em Praia Grande e tem seu histórico sendo investigado. O delegado Arilson Brandão reforçou o compromisso de esclarecer os fatos e dar uma resposta à sociedade.
“Se ele estava participando de algum tipo de competição ou fazendo algum tipo de manobra totalmente imprudente”, informou Arilson.
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