
Moïse Kabamgabe foi sepultado domingo (30). Segundo primo que viu imagens de câmeras, ele foi vítima de uma sequência de agressões.
Os familiares do jovem congolês pediram uma apuração rigorosa da morte do trabalhador, de 25 anos. Ele nasceu no Congo (frica) e trabalhava por diárias em um quiosque, na Barra da Tijuca.
A família disse que o responsável pelo quiosque estava devendo dois dias de pagamento para Moïse e que, quando o congolês foi cobrar, foi espancado até a morte.
“Meu filho cresceu aqui, estudou aqui. Todos os amigos dele são brasileiros. Mas hoje é vergonha. Morreu no Brasil. Quero justiça”, afirmou Ivana Lay, mãe de Moïse. Ele veio para o Brasil em 2014 com a mãe e os irmãos, como refugiado político.




