Santiago – Zózimo Dorneles, 58 anos, reclama que tentou pela terceira vez pegar ficha para fazer exame do coração no ESF Carlos Humberto. O idoso relatou que há 12 anos faz tratamento e que precisa atualizar seus exames. “O problema de coração só quem tem sabe da dor. Eu sempre vou às 5h da manhã para fila só que nunca consigo pegar uma das 20 fichas. Quero só fazer um exame do coração, pois não me sinto bem”, comentou.
Contraponto – A responsável pelos ESFs, Silvana Perônio, diz que esse método de fichas foi uma opção dos usuários da unidade como a melhor forma de atendimento.
Alternativas – Ela ainda explicou que, caso o paciente não consiga uma ficha, ele tem duas opções: levar o documento de referência dado pelo hospital a um dos agentes no posto de saúde. Assim até uma enfermeiro conseguirá fazer o pedido de exame, sem precisar pegar uma ficha.
Também pode pedir ajuda a um agente comunitário, que levará o pedido ao ESF, simplificando a entrada do paciente na unidade. “O importante é que as pessoas saibam que não é só nos ESF que há atendimento. Os dias em que os médicos não estão nos postos, estão atendendo nas casas. Os ESFs estão aí para conhecer as famílias e prevenir doenças”, explica.


